{"id":1025,"date":"2017-08-17T14:08:22","date_gmt":"2017-08-17T14:08:22","guid":{"rendered":"http:\/\/geolinterm.com.br\/sergel\/?page_id=1025"},"modified":"2017-09-15T17:56:13","modified_gmt":"2017-09-15T17:56:13","slug":"simposios","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/?page_id=1025","title":{"rendered":"Simp\u00f3sios"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center; padding-left: 30px;\"><strong>Simp\u00f3sios<\/strong><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>ASPECTOS FON\u00c9TICO-LEXICAIS DO PORTUGU\u00caS FALADO POR QUILOMBOLAS E IND\u00cdGENAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr. Edmilson Jos\u00e9 de S\u00e1 (CESA\/UPE\/UFPA\/CNPq)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este simp\u00f3sio tem o intuito de divulgar registros da l\u00edngua portuguesa falada por quilombolas, uma vez que a busca pelos fen\u00f4menos de seu modo espont\u00e2neo de falar confirma a import\u00e2ncia dos povos de origem africana para a constitui\u00e7\u00e3o da cultura lingu\u00edstica do seu povo e a riqueza que o povo africano deixou em seus descendentes. Al\u00e9m disso, a miscigena\u00e7\u00e3o e o contato multi\u00e9tnico por que passou o pa\u00eds refor\u00e7a o quanto \u00e9 poss\u00edvel resgatar tamb\u00e9m da cultura ind\u00edgena e isso se manifesta espontaneamente na l\u00edngua falada. Considerando que um trabalho de descri\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica n\u00e3o acompanha a evolu\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica cada vez mais r\u00e1pida, \u00e9 necess\u00e1rio que se documente os fen\u00f4menos mais relevantes e que se busquem justificativas na hist\u00f3ria ou na teoria lingu\u00edstica que os explique adequadamente. Por isso, aceitam-se trabalhos que enfatizem an\u00e1lises fon\u00e9ticas e\/ou lexicais quer se apropriando da metodologia sociolingu\u00edstica (LABOV, 1966), quer se apropriando da metodologia geolingu\u00edstica (CARDOSO, 2010), de modo a promover discuss\u00f5es e compartilhar estudos mais recentes sobre a forma\u00e7\u00e3o do portugu\u00eas falado no Brasil com as contribui\u00e7\u00f5es afro-ind\u00edgenas notadamente marcantes.<\/p>\n<p>Palavras-chave: Portugu\u00eas brasileiro. Fon\u00e9tica. L\u00e9xico. Quilombolas. Ind\u00edgenas<\/p>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>ESCOLAS E COSMOLOGIAS AMAZ\u00d4NICAS EM AGENCIAMENTOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr. Hiran de Moura Possas (UNIFESSPA)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Ma. Maria Cristina Macedo Alencar (UNIFESSPA)<\/p>\n<p>O eixo tem\u00e1tico acolhe pesquisas cujas explora\u00e7\u00f5es te\u00f3rico-epistemol\u00f3gicas repensem temas engendrados pelas grada\u00e7\u00f5es entre a escrita e a oralidade nas escolas de povos de matrizes culturais ind\u00edgenas, afro-brasileiras e filhos de processos migrat\u00f3rios. An\u00e1lises interpretativas sobre hist\u00f3rias de vida, mem\u00f3rias, rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, lutas pol\u00edticas, pr\u00e1ticas religiosas, linguagens, dentre outras tem\u00e1ticas, circunscritas e tensionadas nas experi\u00eancias de educa\u00e7\u00e3o escolar ir\u00e3o compor a rede de reflex\u00f5es. As diferentes premissas e abordagens te\u00f3ricas-emp\u00edricas podendo ser arroladas s\u00e3o urgentes para se re-pensar o papel paradoxal que a escola assume nesses universos simb\u00f3licos. O reconhecimento e o estudo desses \u201ccontextos interculturais\u201d permitem reconhecer pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas por sobreposi\u00e7\u00f5es, conviv\u00eancias e embates entre os discursos \u201cocidentais-modernos\u201d e aqueles dos povos das multifacetada Amaz\u00f4nia, erigindo dessa \u201cconviv\u00eancia\u201d cruzada, por exemplo, experimentos percebendo a rela\u00e7\u00e3o do oral com o escrito como quest\u00e3o complementar: escrita como fazer tradut\u00f3rio e representacional de narrativas ancestrais. Comunidade textual em busca de um \u201cN\u00f3s\u201d, n\u00e3o significando uma op\u00e7\u00e3o tranquila ou at\u00e9 mesmo marcada pelo consenso e pela harmonia. Pelo contr\u00e1rio, um campo de tens\u00f5es entre sujeitos, saberes e linguagens tentando deixar seus lugares fixos ao experimentarem as rela\u00e7\u00f5es. Pela compreens\u00e3o dessa m\u00faltipla e complexa realidade &#8211; prerrogativa para um pensar interdisciplinar \u2013 exerc\u00edcios de reflex\u00e3o acad\u00eamica formulados, a partir de cosmologias alhures, a exemplo: estudos lingu\u00edsticos e em devir com os Estudos Culturais; o Pensamento P\u00f3s-Colonial; os Estudos Subalternos e o Pensamento Decolonial, dentre outros, aprumando \u201cidentidades\u201d, \u201cdiscursos\u201d e \u201crepresenta\u00e7\u00f5es\u201d permitiriam perceber: Como as pesquisas e reflex\u00f5es te\u00f3ricas no solo amaz\u00f4nico mobilizam os conceitos supracitados? Quais as rela\u00e7\u00f5es entre a suposta reivindica\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das experi\u00eancias pedag\u00f3gicas e os seus engates na multifacetada Amaz\u00f4nia? Para versar acerca sobre esse enredo, o eixo deseja receber pesquisadores dialogantes com os aspectos arrolados, publicizando experi\u00eancias, a partir do universo te\u00f3rico e emp\u00edrico de suas recep\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Palavras-Chave: Educa\u00e7\u00e3o Escolar. Interculturalidade. Agenciamentos. Cosmologias Amaz\u00f4nicas.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<a name=\"marcela\"><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>GEOSSOCIOLINGU\u00cdSTICA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Dra. Marcela Moura Torres Paim (UFBA)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Geossociolingu\u00edstica vem, ao longo dos anos, contribuindo para a descri\u00e7\u00e3o da L\u00edngua Portuguesa e lan\u00e7ando novos olhares para o seu ensino institucionalizado. Esse ramos dos estudos lingu\u00edsticos tem rendido discuss\u00f5es sobre a diversidade lingu\u00edstica, o que se reflete em abordagens centradas na realidade do alunado e na promo\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas lingu\u00edstica para o ensino da l\u00edngua materna. Para este simp\u00f3sio, propomos o debate de trabalhos de cunho geossociolingu\u00edstico, em que ser\u00e3o discutidas as pesquisas em que sejam focalizadas teorias, metodologias da recolha do corpus, tratamento e an\u00e1lise de dados de l\u00edngua em uso, nos n\u00edveis fon\u00e9tico-fonol\u00f3gico, morfossint\u00e1tico e sem\u00e2ntico-lexical, considerando tanto o car\u00e1ter sincr\u00f4nico quanto o diacr\u00f4nico. Pretende-se com este simp\u00f3sio reunir algumas das muitas pesquisas sobre a varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica no Brasil, a fim de promover o interc\u00e2mbio na troca de experi\u00eancias e a consequente contribui\u00e7\u00e3o para o avan\u00e7o dos estudos geossociolingu\u00edsticos no Brasil.<\/p>\n<p>Palavras-chave: L\u00edngua portuguesa. Varia\u00e7\u00e3o. Geossociolingu\u00edstica.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PR\u00c1TICAS EDUCATIVAS EM COMUNIDADES TRADICIONAIS: LEITURA, ENSINO E ORALIDADE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr. Zair Henrique Santos (UFOPA)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Ma. Mar\u00edlia Fernanda Pereira Leite (UFOPA)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este Simp\u00f3sio Tem\u00e1tico se prop\u00f5e a reunir pesquisadores que se dedicam aos estudos relacionados \u00e0s tem\u00e1ticas Pr\u00e1ticas de leitura e ensino em comunidades ind\u00edgenas, quilombolas e ribeirinhas e Hist\u00f3ria oral, mem\u00f3ria e narrativas das popula\u00e7\u00f5es amaz\u00f4nicas. Nossa proposta tem\u00e1tica est\u00e1 vinculada as discuss\u00f5es e pesquisas realizadas no \u00e2mbito do Grupo de estudo, leitura e interven\u00e7\u00e3o em literatura infanto-juvenil na escola \u2013 LELIT da Universidade Federal do Oeste do Par\u00e1 &#8211; UFOPA, coordenado pelos professores Luiz Percival Leme Britto e Zair Henrique Santos. Considerando a necessidade de valoriza\u00e7\u00e3o das culturas tradicionais dos povos da regi\u00e3o amaz\u00f4nica nas pr\u00e1ticas educativas realizadas nas escolas presentes em suas comunidades, e ao reconhecer que a Literatura \u00e9 indispens\u00e1vel para a humaniza\u00e7\u00e3o do homem (CANDIDO, 2011), privilegiamos para o debate e as reflex\u00f5es, propostas de trabalhos que possuam dimens\u00f5es te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas relacionadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ensino, leitura e literatura relacionadas ao contexto escolar de comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>Palavras-chave: Educa\u00e7\u00e3o. Ensino. Comunidades tradicionais. Literatura. Leitura.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PESQUISA-A\u00c7\u00c3O EM SOCIOLINGU\u00cdSTICA: VERTENTES E PERSPECTIVAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Dra. Regina Cruz (UFPA\/CNPq)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Sociolingu\u00edstica tem se revelado uma \u00e1rea bastante interdisciplinar e frut\u00edfera entre os estudiosos da L\u00edngua Portuguesa. Essa interdisciplinaridade, pr\u00f3pria, dessa sub\u00e1rea da lingu\u00edstica tem proporcionado o cruzamento de diferentes metodologias que ajudam a compreender melhor o funcionamento da l\u00edngua enquanto produto social. Nesse sentido, este simp\u00f3sio objetiva discutir diferentes propostas te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas empreendidas em pesquisas sociolingu\u00edsticas que tem como objeto a l\u00edngua portuguesa com intuito de promover a troca de experi\u00eancias na pesquisa quali-quantitativa e contribuir para o avan\u00e7o de novas pesquisas na \u00e1rea. Justifica-se sua realiza\u00e7\u00e3o por englobar diferentes perspectivas sociolingu\u00edsticas e poss\u00edveis di\u00e1logos entre elas, favorecendo a interdisciplinaridade. Nesse sentido, ser\u00e3o aceitas propostas que trazem resultados de an\u00e1lises emp\u00edricas do portugu\u00eas brasileiro, nos diferentes n\u00edveis lingu\u00edsticos, relacionadas com o eixo social e\/ou varia\u00e7\u00e3o ou mudan\u00e7a lingu\u00edstica, atitudes lingu\u00edsticas, redes sociais e sociofon\u00e9tica.<\/p>\n<p>Palavras-chave: Sociolingu\u00edstica. Pesquisa-a\u00e7\u00e3o. Interdisciplinaridade.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PROJETO ATLAS LINGU\u00cdSTICO DO BRASIL: PROPOSTAS DE CARTOGRAFIA E AN\u00c1LISES COM DADOS DO INTERIOR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr. Valter Pereira Romano (UFLA)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este simp\u00f3sio prop\u00f5e-se a congregar trabalhos geossociolingu\u00edsticos cujo corpus de an\u00e1lise se constitui da amostra coletada pelas equipes do Projeto Atlas Lingu\u00edstico do Brasil na rede de pontos do interior do pa\u00eds. Nesta oportunidade, busca-se apresentar propostas de an\u00e1lises quantitativas e qualitativas com vistas a discutir o mapeamento lingu\u00edstico desses dados, correlacionando-os \u00e0s diferentes dimens\u00f5es da varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica sob o respaldo te\u00f3rico-metodol\u00f3gico da Dialetologia Pluridimensional. Os trabalhos aqui reunidos podem contemplar diferentes abordagens a partir de an\u00e1lises das quest\u00f5es do Question\u00e1rio Fon\u00e9tico-Fonol\u00f3gico (QFF), Sem\u00e2ntico-Lexical (QSL), Morfossint\u00e1tico (QMS). Trata-se de um momento de reflex\u00e3o que contribui para encaminhamentos futuros do Projeto ALiB e suscita quest\u00f5es atinentes \u00e0 metodologia e \u00e0 an\u00e1lise do grande volume de dados coletados..<\/p>\n<p>Palavras-chave: Projeto ALiB. Dados do interior. Geossociolingu\u00edstica.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DIVERSIDADE LINGU\u00cdSTICA NO AMAP\u00c1: PERCURSOS E CONTATOS ENTRE \u00cdNDIOS E QUILOMBOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Dra. Edna dos Santos Oliveira (UEAP)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr. Eduardo Alves Vasconcelos (UNIFAP)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Me. Rom\u00e1rio Duarte Sanches (UEAP\/UFPA)<\/p>\n<p>O povoamento do extremo norte do pa\u00eds \u00e9 marcado por intricadas e instigantes rela\u00e7\u00f5es de migra\u00e7\u00f5es que resultou em um atual contexto eminentemente multil\u00edngue, no qual convivem l\u00ednguas europeias \u2013 portugu\u00eas e franc\u00eas, principalmente \u2013 l\u00ednguas crioulas \u2013 de base francesa origin\u00e1rias da Guiana Francesa, l\u00ednguas crioulas faladas no Suriname, na Guiana e na Venezuela \u2013 e l\u00ednguas ind\u00edgenas. A presen\u00e7a de diferentes l\u00ednguas, de diferentes origens \u00e9 resultado de um intenso tr\u00e2nsito de povos desde a foz do Amazonas \u2013 Aru\u00e3 nas ilhas do Maraj\u00f3 \u2013 at\u00e9 o alto e baixo Orinoco. Neste simp\u00f3sio, procuramos reunir an\u00e1lises que tenham como foco discutir, em diferentes abordagens te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas, essas rela\u00e7\u00f5es e suas consequ\u00eancias para a diversidade de l\u00ednguas e variedades do portugu\u00eas encontradas na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Palavras-Chave: Diversidade Lingu\u00edstica. Contato. Amap\u00e1.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CINCO ANOS DO PROFLETRAS-UFPA: <\/strong><strong>BALAN\u00c7OS E PERSPECTIVAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr. Alcides Fernandes de Lima (UFPA)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Dra. Maria de F\u00e1tima do Nascimento (UFPA)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Profa. Dra. Isabel Cristina Fran\u00e7a dos Santos Rodrigues (UFPA)<\/p>\n<p>O Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacional (PROFLETRAS), cuja Coordena\u00e7\u00e3o Geral est\u00e1 sediada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN\/Natal), \u00e9 um Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Stricto Sensu, nota 4, que tem como finalidade a \u201ccapacita\u00e7\u00e3o de professores de L\u00edngua Portuguesa para o exerc\u00edcio da doc\u00eancia no Ensino Fundamental, com o intuito de contribuir para a melhoria da qualidade do ensino no Pa\u00eds\u201d (trecho do Regimento do Programa). O PROFLETRAS \u00e9 o segundo maior Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em rede, atr\u00e1s apenas do PROFMAT; possui 49 unidades, distribu\u00eddas por 42 Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior, que integram o conjunto de Institui\u00e7\u00f5es Associadas do Programa. O PROFLETRAS-UFPA, dentre as 49 unidades, tem sido a de maior demanda nacional, tendo alcan\u00e7ado em 2013, quando foram ofertadas 26 vagas, a participa\u00e7\u00e3o de 857 candidatos. O PROFLETRAS \u00e9 um programa de grande relev\u00e2ncia para melhorar a qualidade do Ensino B\u00e1sico no Brasil. No Par\u00e1 (e na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, como um todo), a relev\u00e2ncia desse Programa adquire uma dimens\u00e3o ainda maior, haja vista estarmos entre as regi\u00f5es com os piores \u00edndices da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica no Brasil, de acordo com os \u00faltimos resultados do IDEB. Neste Simp\u00f3sio, pretendemos construir um panorama do Programa, fazendo um balan\u00e7o dos resultados obtidos nesses primeiros cinco anos e avaliando, em perspectiva, os pr\u00f3ximos anos que vir\u00e3o. Dessa forma, ser\u00e3o aceitos trabalhos relacionados ao ensino e aprendizagem de l\u00edngua e literatura portuguesas no \u00e2mbito do PROFLETRAS.<\/p>\n<p>Palavras-chave: Forma\u00e7\u00e3o continuada do professor de l\u00edngua portuguesa; Mestrado profissional em letras; Ensino de l\u00edngua e literatura portuguesas.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:276}\"><strong>VARIEDADES DE PORTUGU\u00caS SOB A PERSPECTIVA DO CONTATO LINGU\u00cdSTICO<\/strong> <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. Dr.\u00a0Ednalvo Ap\u00f3stolo Campos (UEPA)<span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:360}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:276}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A tem\u00e1tica do contato\u00a0de l\u00ednguas\u00a0nos \u00faltimos anos trouxe novas luzes aos estudos\u00a0lingu\u00edsticos\u00a0das variedades que de algum\u00a0modo\u00a0passaram ou passam por influ\u00eancia e\/ou conviv\u00eancia com\u00a0outras l\u00ednguas ou variedades\u00a0lingu\u00edsticas. No Brasil, particularmente, esse campo tem despertado a aten\u00e7\u00e3o de linguistas\u00a0no tocante \u00e0\u00a0descri\u00e7\u00e3o de variedades n\u00e3o\u00a0<i>standard<\/i>\u00a0de portugu\u00eas que se desenvolvem em comunidades\u00a0monol\u00edngues ou bil\u00edngues envolvidas em contexto de imigra\u00e7\u00e3o, ou situadas em \u00e1reas de fronteiras,\u00a0em\u00a0comunidades quilombolas, comunidades ind\u00edgenas etc.\u00a0Os cen\u00e1rios\u00a0envolvidos\u00a0nesses estudos\u00a0permeiam\u00a0a tem\u00e1tica do\u00a0bilinguismo,\u00a0multilinguismo\u00a0e\/ou\u00a0plurilinguismo\u00a0e\u00a0as\u00a0an\u00e1lises e\u00a0descri\u00e7\u00f5es\u00a0concentram-se tanto no cotejo da gram\u00e1tica de duas ou mais l\u00ednguas pontualmente identificadas na rela\u00e7\u00e3o do contato,\u00a0descrevendo-se\u00a0fatores lingu\u00edsticos\u00a0como\u00a0a\u00a0mistura de l\u00ednguas\u00a0(<i>code<\/i><i>\u00a0<\/i><i>mixing<\/i>),\u00a0altern\u00e2ncia de c\u00f3digo\u00a0(<i>code<\/i><i>\u00a0<\/i><i>switching<\/i>)<b>\u00a0<\/b>e transfer\u00eancias lingu\u00edsticas (empr\u00e9stimos, etc.)\u00a0em comunidades\u00a0multil\u00edngues<b>\u00a0<\/b>ind\u00edgenas ou\u00a0compostas por\u00a0imigrantes europeus,\u00a0asi\u00e1ticos,\u00a0\u00e1rabes\u00a0etc.,\u00a0quanto no\u00a0estudo de variedades\u00a0vernaculares\u00a0embasados em\u00a0hip\u00f3teses de participa\u00e7\u00e3o ou conviv\u00eancia de matrizes lingu\u00edsticas em n\u00edvel s\u00f3cio-hist\u00f3rico como \u00e9 o caso de muitos estudos do portugu\u00eas brasileiro em comunidades quilombolas, por exemplo, para o caso do\u00a0contato com as l\u00ednguas de matriz afro\u00a0e\/ou\u00a0ind\u00edgenas.\u00a0\u00c9,\u00a0portanto,\u00a0de nosso interesse discutir por meio desse simp\u00f3sio trabalhos que tratem de\u00a0variedades\u00a0de minorias \u00e9tnicas em contato.<span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:360}\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p><strong>FRASEOLOGIA E SUAS INTERFACES<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Profa. Dra. Carlene Ferreira Nunes Salvador (GeoLinTerm\/SEDUC)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Compreende-se por fraseologia, grafada com letra min\u00fascula, o conjunto dos fraseologismos, o invent\u00e1rio das express\u00f5es fixas, quer dizer o fraseol\u00e9xico de uma l\u00edngua (MEJRI, 1986) e Fraseologia, grafada com letra mai\u00fascula, a sub\u00e1rea da Lexicologia, isto \u00e9, a investiga\u00e7\u00e3o fraseol\u00f3gica que tem por tarefa a pesquisa do fraseol\u00e9xico. Da gama de investiga\u00e7\u00f5es sobre a Fraseologia emanam as controv\u00e9rsias relacionadas \u00e0 sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, seu objeto de estudo e sua delimita\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da abundante diferen\u00e7a terminol\u00f3gica, associada \u00e0 linha de pensamento de seus autores. Houve um aumento significativo, nos \u00faltimos anos, de pesquisas de cunho fraseol\u00f3gico, o que pode ser constatado em banco de teses e disserta\u00e7\u00f5es e peri\u00f3dicos da \u00e1rea. Considerando o interesse pelo tema, com vistas a divulgar mais ainda pesquisas em torno desta tem\u00e1tica, almeja-se com esse simp\u00f3sio criar um c\u00edrculo de discuss\u00e3o a partir da apresenta\u00e7\u00e3o de resultados parciais e finais de pesquisas que tenham como objeto de estudo, a descri\u00e7\u00e3o e a an\u00e1lise fraseol\u00f3gica da l\u00edngua portuguesa, seja em perspectiva te\u00f3rica, aplicada e\/ou contrastiva. Desta forma, espera-se que os trabalhos inscritos apresentem dados relativos ao estudo fraseol\u00f3gico, de modo que evidenciem os crit\u00e9rios metodol\u00f3gicos adotados em pesquisas realizadas nessa \u00e1rea e fa\u00e7am a rela\u00e7\u00e3o da Fraseologia com as disciplinas com as quais costuma interagir.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave: <\/strong>Fraseologia. Disciplinas. Interfaces.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"su-row\">\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A FORMA\u00c7\u00c3O DE PROFESSORES, TRADUTORES E INT\u00c9RPRETES DE LIBRAS NO CONTEXTO PARAENSE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Prof. M.Sc. Raquel da SilvaGomes (UEPA)<br \/>\nProf. M.Sc.: Rita de C\u00e1ssia Almeida Silva (UEPA)<br \/>\nDr. Jos\u00e9 Anchieta de Oliveira Bentes (UEPA)<\/p>\n<p>RESUMO: Este Simp\u00f3sio tem por objetivo divulgar as pesquisas que v\u00eam sendo produzidas no Par\u00e1 voltadas para o ensino de Libras e para a tradu\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o de textos da L\u00edngua Brasileira de Sinais para a L\u00edngua Portuguesa e vice-versa. A discuss\u00e3o nesse simp\u00f3sio ser\u00e1 sobre o ensino de Libras, os materiais did\u00e1ticos, as pr\u00e1ticas de ensino, a varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, a literatura, interpreta\u00e7\u00e3o e a gram\u00e1tica da Libras. A proposta \u00e9 reunir trabalhos de alunos surdos e de alunos ouvintes em torno das propostas que discutam o bilinguismo na educa\u00e7\u00e3o de surdos, considerando v\u00e1rios g\u00eaneros do discurso e os principais temas amaz\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Palavras-chave: Libras; ensino; metodologias; interpreta\u00e7\u00e3o; bilinguismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"su-column su-column-size-1-2\"><div class=\"su-column-inner su-u-clearfix su-u-trim\">\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<p><span data-ccp-props=\"{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:200,&quot;335559740&quot;:240}\">\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Simp\u00f3sios &nbsp; &nbsp; \u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":65,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"spay_email":"","footnotes":""},"class_list":["post-1025","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1025","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1025"}],"version-history":[{"count":21,"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1025\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1091,"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1025\/revisions\/1091"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/geolinterm.com.br\/segel\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1025"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}