22 a 24 de novembro de 2017. UFPA – Belém / PA.

Minicursos

Seguem as orientações para inscrição nos minicursos:

a) As inscrições para os minicursos serão realizadas de 23/06/2017 a 17/11/2017;

b) Para participação em um minicurso, será cobrada a taxa de R$ 35,00 (por minicurso);

c) Cada participante poderá se inscrever em até dois minicursos;

d) Apenas o minicurso do Prof. Harald Thun acontecerá entre os dias  21 e 22/11/17, das 8h às 12h; os demais serão realizados, concomitantemente, nos dias 22 e 23/11/17, das 8h às 10h;

e) Caso o participante tenha interesse em participar de mais de um minicurso, esse deverá efetuar a inscrição de cada minicurso separadamente;

f) O participante deverá preencher o formulário abaixo, anexando o comprovante de pagamento referente ao minicurso escolhido.

 

MINICURSOS

 


1 – Profa. Dra. Ana Suelly Câmara A. Cabral (UnB) – Políticas linguísticas para as línguas indígenas  brasileiras.

Unidade I – Recortes temporais das Políticas das línguas Indígenas no Brasil: (i) Do período Jesuítico ao Diretório dos Índios. (ii) A contribuição dos viajantes para o conhecimento linguístico das línguas e culturas indígenas. (iii) A línguística Descritiva e Histórica e as línguas indígenas no Brasil: contribuições de Rosário Farâni Mansur Guério, Joaquim Matoso Câmara Junior e Aryon Dall’igna Rodrigues. 

Unidade II – O estudo científico das línguas indígenas no Brasil: (i) A Instuitucionalização da pesquisa das Línguas Indígenas no Brasil e o seu reconhecimento pelas agências de fomento à pesquisa científica. (ii) O primeiro projeto de documentação de Línguas Indígenas Brasileiras e seus desdobramentos. 

Unidade III – Políticas linguísticas das línguas indígenas em uma perspectiva constitucional: (i) Territorialidade, saúde, protagonismo indígena, fortalecimento linguístico e cultural, educação diferenciada. (ii) Inclusão Social: Os primeiros mestres e doutores indígenas em línguística e novas epistemologias para a documentação e salvaguarda das línguas Indígenas. (iii) Inventário Nacional da Diversidade Linguística – Decreto nº 7.387, de 09.12.2010. 

Unidade IV: Política linguísticas para as Línguas Indígenas do Brasil: perspectivas e desafios no século XXI. 

 


2 – Prof. Dr. Harald Thun  (Universidade de Kiel-Alemanha) – O trabalho geolinguístico segundo os princípios da Dialetologia Pluridimensional.


3 – Profa. Dra. Marcela Paim (UFBA) – Semântica na Dialetologia da Língua Portuguesa.

O minicurso abordará uma apresentação crítica dos problemas de ordem semântica que ocorrem na investigação dialetológica do português. Discorrerá sobre a importância do estudo da variação dialetal no Brasil, atentando para a diversidade linguística na perspectiva da dialetologia pluridimensional. Serão apresentados problemas de ordem semântica que podem ocorrer na investigação dialetológica do português e pesquisas dialetais que dialogam com a Semântica.


4 – Prof. Dr. Marcelo Pires Dias (UFPA) e Prof. Dr. Regis José da Cunha Guedes (UFPA) – Cartografia linguística.

O presente minicurso tem como objetivo introduzir o uso do software de georreferenciamento QGIS (versão 2.18) aplicado aos dados de natureza Geossociolinguística monodimensionais e/ou pluridimensionais. O software QGIS provê a visualização e edição de dados georreferenciados, por meio de camadas raster e/ou vetoriais, que comporão cartas, mapas ou cartogramas. A partir do uso do QGIS é possível gerar atlas temáticos, mapas para impressão final e demais produtos cartográficos


5 – Profa. Dra. Maria Luísa Ortíz-Alvarez (UnB) –BANANEIRA QUE JÁ DEU CACHO? As expressões idiomáticas e seu significado metafórico e pragmático.

Muitos são os estudos relativos às unidades fraseológicas que apontam para as suas características formais e conceituais, para a tipologia e classificação destas frases, mas não basta conhecer e compreender o significado e composição delas é preciso reconhecê-las no seu contexto real de uso para evitar constrangimentos e mal-entendidos no processo de comunicação. De acordo com Riva e Camacho (2010, p. 195), o falante de uma língua lança mão dos idiomatismos com muita frequência, porque, embora as línguas disponham de meios para expressar objetivamente os acontecimentos, os sentimentos, as ideias etc., há a vontade do falante de comunicar experiências de maneira mais expressiva, por meio de combinatórias inusitadas. Compreende-se que, por conta de sua alta frequência, as EIs têm papel fundamental na comunicação, pois os falantes conseguem passar ao receptor, especificidades que não seriam expressas somente por meio do linguajar padrão. O objetivo deste minicurso vai além dessa questão, pois pretendemos mostrar até que ponto as expressões idiomáticas incluídas em determinado campo semântico conseguem traduzir o significado da imagem que esse campo representa na sua essência e conteúdo e assim poder justificar o pragmatismo dessas unidades em contextos específicos, pois estes últimos fornecem diversos dados sem os quais seria difícil atingir o sentido e o próprio uso da expressão idiomática em questão.  

Palavras-chave: campo semântico, pragmatismo; expressões idiomáticas, significado. 

 

 


6 – Profa. Dra. Raquel da Silva Lopes (UFPA) – Etnografia.

 

 

 

 

 

 

 

Inscrição para minicurso
  • Banco: Banco do Brasil

    Agência: 3702-8

    Conta corrente: 76831-6

    VII SERGEL ALCIDES

Contagem regressiva para o início do evento